Botafogo e Corinthians realmente encararam o primeiro jogo de semifinal da Copa do Brasil como uma grande decisão.
Entraram dispostos, com a cabeça quente e com uma dose extra de raça em cada dividida.
Até exageraram na dose, pois no fim sobrou a sensação de ter restado pouco futebol para comentar.
Até porque não foi a bola que decidiu: a raça e a concentração deram a vitória para o time carioca.
O Botafogo fez um primeiro tempo ruim, acordou no segundo e acreditou até o fim.
Foi emblemático o lance em que o zagueiro André Luis deu um carrinho, tirou a bola para escanteio e vibrou como se fosse um gol: o seu time estava muito mais acordado em campo.
Não que o Corinthians devesse em raça e disposição para o Bota.
Mas o alvinegro paulista, em determinado momento, decidiu aceitar o placar de 1 a 1 e amarrar o jogo.
Porém, esqueceram: não é fácil cumprir este objetivo quando o adversário está com a faca entre os dentes.
E assim o Botafogo fez o gol da virada, que lhe dá a vantagem do empate no jogo de volta.
Agora em São Paulo, o Corinthians terá o apoio da sua torcida.
E então poderá entender: para chegar à final é preciso mais raça e, principalmente, mais futebol.
Já o Botafogo tentará manter os nervos no lugar para administrar a vantagem, mas, todos sabem, esta não é uma postura que o time consegue adotar com freqüencia.
E assim seguirá este duelo: nervoso, raçudo e decidido na raça ou no futebol.
Só me resta esperar que o panorama mude e agora a segunda opção prevaleça em campo.
Entraram dispostos, com a cabeça quente e com uma dose extra de raça em cada dividida.
Até exageraram na dose, pois no fim sobrou a sensação de ter restado pouco futebol para comentar.

O Botafogo fez um primeiro tempo ruim, acordou no segundo e acreditou até o fim.
Foi emblemático o lance em que o zagueiro André Luis deu um carrinho, tirou a bola para escanteio e vibrou como se fosse um gol: o seu time estava muito mais acordado em campo.
Não que o Corinthians devesse em raça e disposição para o Bota.
Mas o alvinegro paulista, em determinado momento, decidiu aceitar o placar de 1 a 1 e amarrar o jogo.
Porém, esqueceram: não é fácil cumprir este objetivo quando o adversário está com a faca entre os dentes.
E assim o Botafogo fez o gol da virada, que lhe dá a vantagem do empate no jogo de volta.
Agora em São Paulo, o Corinthians terá o apoio da sua torcida.
E então poderá entender: para chegar à final é preciso mais raça e, principalmente, mais futebol.
Já o Botafogo tentará manter os nervos no lugar para administrar a vantagem, mas, todos sabem, esta não é uma postura que o time consegue adotar com freqüencia.
E assim seguirá este duelo: nervoso, raçudo e decidido na raça ou no futebol.
Só me resta esperar que o panorama mude e agora a segunda opção prevaleça em campo.
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